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Mostrando postagens de janeiro, 2014

O Deus De Mim

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Estou no pacto do livre, daquilo que me faz liberto. Torna quando encarna em mim mesmo o limite do meu eu, do mesmo que faz a borda da taça o fim. Quisera eu, poder tornar as coisas alongadas, mas tenho claro tudo que me afaga o coração. Tudo pode ser raso quando avistado à distância, mas do que gosto deve ser profundo ao ponto de me afogar na certeza. Nunca ouço vozes do limite embebida no medo, porque em mim travo a batalha chamada coragem. Filipe Rezende.

Vida Falada

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Uma gota de serenidade serve a brevidade daquilo que chamamos de riso frouxo, mas com tantos desalentos cabe na serenidade o silêncio em que o riso fala pelos dentes. Queria minha mãe que eu fosse como ponte... ligando pessoas e lugares, mas acho no que aprendi, taxar o ir e vir sempre é decente. Numa ilha certamente não se vive, mas com fronteiras se constrói um Brasil de país que, mesmo a distância, se entrelaça a uma amiga Portugal. Quiçá a felicidade fosse moradora de mim, mas se porventura quiser ser visitante, que ao menos o quarto de hóspedes esteja limpo para o regresso. Filipe Rezende.

Fado do Dia

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Cá estou numa nuvem que me leva ao vento do pensamento, onde a velocidade da certeza respira saudade mas a voz do desejo festeja à cidade. Durma com ventos e chuvas, todavia, acorde com brisa de orvalho em folhas. Oxalá pudéssemos ater conosco, por um frêmito momento, aquilo que nos faz corajosos e obstinados a saborear... Mesmo que pela presença em se alegrar. Filipe Rezende.