O Padrão Fascista
No fundo de um poço chamado Era, estamos nele... Dores de incompreensões do diferente, do desigual... buscamos um perfil, uma ideologia mascarada do todo. O gosto pelas coisas nessas horas escorrem pelo ralo do sentido do dia e as horas são como tambores fúnebres, de uma história que digladiamos em construir no dia-a-dia. A gota de suor dos pensamentos mais progressistas beijam à vida como um grande ato final do existir e, existindo sigo o que continua a restar de mim como pensador. Ocorre que na verdade, existir numa lama de idiotas é extremamente cansativo e anárquico. Pijama veste o meu futuro, pois ainda dorme, aguardando que o serviçal do hoje prepare a cena dele (o futuro)... Para chegar com pompa... com imponência... Com encalço de todas as escamas de suor para travesti-lo de belo. ...Ah o belo! Conceito da mais anárquica consciência do existir em meio a feiura dessa sociedade de pouco trato social e com sofisticação pífia. Continuo me oxigenando com o vulgar... com o anár...