A Caixa de Safiras
Era uma bela manhã de um dia ensolarado dentro daquele jardim, onde a natureza era exuberante... Tal qual as folhagens de Burle Marx. A andar pelo jardim, tal qual o botânico da terra fluminense, é lá que encontro-me dentro do porto em que atraquei-me... completo de mim e para mim. O mirar de belas paisagens vejo-me capturado àquela paisagem... em um lugar que comunica-se com a brisa... as folhas...o chão de terra, delicadamente, aponta o caminho a percorrer. A caminhar noto-me da presença dela, moça leve... morena... vestida como que para debutar junto a paz... a calmaria. Os passos firmes e delicados ao mesmo tempo, diretamente a mim... Com um sorriso de olhar cristalino. Após todo o momento em que perdi-me na paisagem, ela estende as mãos... como que num aceno, a oferecer-me uma caixa de prata com a tampa cravejadas com safiras... O azul que tanto amo, fez-se mar em minhas mãos... como um ultimo presente ela deu-me o mar de possibilidades e foi-se... a navegar pelas naturezas v...