Meu destino é ser da minha felicidade, onde um barco que navega encontrou a felicidade. Quiçá pudéssemos expor no algoz da veia sofrível, a rosa da esperança d'onde vem a paz como letras no papel. Danço entre bugalhos de humanidade e serragens de melodia, todavia, mesmo assim encontro batendo em mim acordes de sinfonia. Em meu peito tenho vários acasos morridos, mas o que vive, busca morada a cada sentido. Torço e contorço dentro da caixa que se fez a minha vida, para que enfim, encontre a falácia da saída. Tudo em mim grita, berra e ecoa, mas em tudo precedeu o silêncio e calmaria chamado, calado! Falei em destino?... Mas tenho reservas no dizer... Até porque voo alto a ponto de tornar-me grande para o prazer. Marujo sou de mim mesmo risonho, a ponto de ecoar às praças a voz do meu sonho. Filipe Rezende.