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Mostrando postagens de agosto, 2014

Face do Tempo

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  Tempo de aquilo que não volta; Tempo de tudo que não conquista nada; Tempo de isso ou daquilo que faz o tempo; Tempo de adoecer e curar-se do tempo; Tempo de ferver e esfriar; Tempo de ser ou estar no tempo; Tempo de ser atemporal ou abrupto... Tudo que constrói o tempo, leva consigo o ungüento chamado razão.  

Agosto Lusitano

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Meu destino é ser da minha felicidade, onde um barco que navega encontrou a felicidade. Quiçá pudéssemos expor no algoz da veia sofrível, a rosa da esperança d'onde vem a paz  como letras no papel. Danço entre bugalhos de humanidade e serragens de melodia, todavia, mesmo assim encontro batendo em mim acordes de sinfonia. Em meu peito tenho vários acasos morridos, mas o que vive, busca morada a cada sentido. Torço e contorço dentro da caixa que se fez a minha vida, para que enfim, encontre a falácia da saída. Tudo em mim grita, berra e ecoa, mas em tudo precedeu o silêncio e calmaria chamado, calado! Falei em destino?... Mas tenho reservas no dizer... Até porque voo alto a ponto de tornar-me grande para o prazer. Marujo sou de mim mesmo risonho, a ponto de ecoar às praças a voz do meu sonho.   Filipe Rezende.