Bocado de Quietude.

Cor de sua paz, norteia o barco de meu sossego.
O branco que alvo como a neve se faz dentro de ti, clareia a inquietude de um passado enegrecido pela falta de poesia.
Queria que a cítara ouvisse a vontade de meu íntimo, a propagar a vozes de suas cordas... 
Viveria de quietude risonha, quando sua mente lesse a palavra do meu sorriso.
Ah!.. Pobre navegante... Se soubesse que nas densas terras do meu acaso, vive a paz de uma nota cantada...
...A mesma que num dia de lirismo, dedilhei no ardor daquilo que se chama, coração...
Certamente, o lumiar de palavras traria para mim, o beijo de palavras cantadas. 

Filipe Rezende.

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