A Terra de Sobral
Deveras repensar o passado como aniquilas o teu presente...
Tu! pobre mortal!.. saberia entender que o prosaico beijou-te com espinhos e sobre ele, tu deitarás.
Sabidamente deu-te o elixir do mais nobre eno numa taça de sarcasmo... O mesmo que te sorrir em pleno silêncio e sutileza de frios acenos.
Hoje, mortal, nem o voo te traria a beleza das poesias de Drummond... Nem te alegraria às cores de Khalo... Antes precisa do não falado, do não visto... do não necessário...
Inércia fez todo sentido quando se foi levado pelo óbvio... pelo caminho que escolheram para ti, pobre mortal! ...Crescer cansa, pois te obriga a escolher... a ser o doce ou amargo.
quisera o mortal, por um frêmito tempo, velejar como marujo teu próprio barco e, enfim, encontrar suas índias... Terra a vista!
Por Prudêncio Sobral. (Filipe Rezende).
Tu! pobre mortal!.. saberia entender que o prosaico beijou-te com espinhos e sobre ele, tu deitarás.
Sabidamente deu-te o elixir do mais nobre eno numa taça de sarcasmo... O mesmo que te sorrir em pleno silêncio e sutileza de frios acenos.
Hoje, mortal, nem o voo te traria a beleza das poesias de Drummond... Nem te alegraria às cores de Khalo... Antes precisa do não falado, do não visto... do não necessário...
Inércia fez todo sentido quando se foi levado pelo óbvio... pelo caminho que escolheram para ti, pobre mortal! ...Crescer cansa, pois te obriga a escolher... a ser o doce ou amargo.
quisera o mortal, por um frêmito tempo, velejar como marujo teu próprio barco e, enfim, encontrar suas índias... Terra a vista!
Por Prudêncio Sobral. (Filipe Rezende).

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