O Lago da Montanha
O alto da montanha era brevemente um lago de águas verdes... convidativo ao olhar, mesmo que brevemente, ancorava os juízos e as razões de quase todo existir. Existir ali e somente ali, era como ligar-se a melhor parte do movimento de mudar... Mudar, não necessariamente a pessoa, mas de alguma forma o todo através de si.
No alto da montanha haviam pássaros, borboletas e ideias... tudo se ligava a teia do todo através de meus olhos... Olhos esses que confundiam-se com o real e o irreal, misteriosamente, ao tempo do existir de cada existência que contemplava naquele alto de montanha.
As águas do lago abraçavam-me como que numa dança de querer bem... de ser bem... De idolatria lúdica ao conhecimento do existir.
No alto da montanha fiz-me homem, fiz-me vidente e ciente do inconsciente de minha visão que outrora tenebrosa se fazia, fez-se plena a mudança de ontem, hoje e, sem dúvida, amanhã.
Filipe Rezende de Souza.
photo by http://favim.ru/image/1999220/
No alto da montanha haviam pássaros, borboletas e ideias... tudo se ligava a teia do todo através de meus olhos... Olhos esses que confundiam-se com o real e o irreal, misteriosamente, ao tempo do existir de cada existência que contemplava naquele alto de montanha.
As águas do lago abraçavam-me como que numa dança de querer bem... de ser bem... De idolatria lúdica ao conhecimento do existir.
No alto da montanha fiz-me homem, fiz-me vidente e ciente do inconsciente de minha visão que outrora tenebrosa se fazia, fez-se plena a mudança de ontem, hoje e, sem dúvida, amanhã.
Filipe Rezende de Souza.
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