A República de Bananas

Nascestes grande como uma criança obesa e doente, sem agir pelo crescimento de si.

Guerreias como fosse uma importante dentre tantas outras ao teu parentesco.

Ó terra de nobreza falida e burgueses atrasados dentro de seus próprios caldeirões de mofo existencial,
será que ainda consegues viver na imposição natural à evolução natural dos bichos e de tudo que há?!

Noto-me num grande silêncio de vida  nessa terra esquecida pelos deuses e pelos homens do futuro... Tudo aqui passou a soar atrasado e sem voz, aliás, voz é o que existia nessa terra enfeitiçada pelo esquecimento existencial.

Falsos humanoides concentram-se em derreter a cera social do belo e de diferentes belos à mostra nessa terra processada à infertilidade de existir num futuro próximo.

Decadência! Gritou todos que faziam parte do barco naufragado em Vera Cruz, no Domingo daquele mês de Outubro. Histórico, mas sem qualquer imponência e beleza que se pode dizer da história, mas histórico pela rebaixamento da inteligência civilizatória nesse pseudo lugar de fala de nação do acaso.

Sim! Somos e fomos criado ao acaso parental histórico... Somos todos quase filhos de ninguém... Como um barraco de taipa com pretensão a ser um grande palacete febril.

Hoje... bem, de hoje só podemos arrumar nossos farrapos e partir para a nova índia existencial, a mesma que acreditamos existir nos primórdios de 1.500.

"...Já raiou a liberdade no horizonte do Brasil"?!

Filipe Rezende de Souza.



photo by le monde diplomatique brasil (março/2018).

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