Os Tempos do Vento

Aquela mesma fase da lua, como que a pedir-me a crescente nota...
A dó de existir como um canto na floresta a beira do rio, é como sentir a sensação das folhas pelas brisas a serem tocadas... Mas apenas a passar por elas, como uma flexa... O sentido é o constante movimento da continuidade.

Somos continuidade, por mais que as folhas do pensamento guardem a ideia da brisa, entretanto, ela esteve a passar e o que continua é a brisa... o rio... pelas folhas que deixaram de existir, volta-se pelas fases crescentes da lua... Onde o poeta diz que tudo se renova, mesmo estando às memorias... essas sementes são como árvores, que logo deitam folhas a olhar para o luar da conversa das brisas.
Filipe Rezende de Souza.




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