Escrito Sem Nome
De terra tenho Brasílis assim como pertenço a toda mata de bichos de meus retalhos existenciais.
São bixos grandes e em momentos pequenos, mas todos selvagens de cria...
...Tem momentos que o laço precisa ser tão forte como a brisa para humanizá-lo com o que temos de sociedade.
De tudo Brasílis te tenho desde a planta de meu calcanhar até o cume da cadeia de meus pensamentos, mas são como carcará tentando se firmar em cima da terra de presas... Brasílis é terra órfã de pai e de mãe... ninguém a quer mas todos a possuem como os pensamentos. Mesmo os mais secos e espinhosos que ninguém quer, mas todos possuem sem dizer... Como numa grande encenação onde fazemos de conta que não existimos para não saborear o jogo à mesa do planalto central.
Brasílis passou a ser como um imenso carcará destroçando as entranhas do existir de cada construção lúdica de mim mesmo... a ponto de mesmo poluído, me fazer percebido... seja pela feiura de minhas águas existenciais ou mesmo pelo espaço que revendido como possuidor de um grande circo armado na calçada do livro da minha história.
Brasílis é terra que mesmo antes de existir, o propósito foi fazê-la "disesistida" dentro dela mesma com o nome afanado das índias... Se sou terra sem nome, me ponho como o sertão... Que inspira mas fazemos questão de esquecê-la, pois é como o fedor de nossa própria existência sem pertencimento... De tudo ainda temos as cirandas da vida, que no rodopio nos embriaga de nós mesmos.
São bixos grandes e em momentos pequenos, mas todos selvagens de cria...
...Tem momentos que o laço precisa ser tão forte como a brisa para humanizá-lo com o que temos de sociedade.
De tudo Brasílis te tenho desde a planta de meu calcanhar até o cume da cadeia de meus pensamentos, mas são como carcará tentando se firmar em cima da terra de presas... Brasílis é terra órfã de pai e de mãe... ninguém a quer mas todos a possuem como os pensamentos. Mesmo os mais secos e espinhosos que ninguém quer, mas todos possuem sem dizer... Como numa grande encenação onde fazemos de conta que não existimos para não saborear o jogo à mesa do planalto central.
Brasílis passou a ser como um imenso carcará destroçando as entranhas do existir de cada construção lúdica de mim mesmo... a ponto de mesmo poluído, me fazer percebido... seja pela feiura de minhas águas existenciais ou mesmo pelo espaço que revendido como possuidor de um grande circo armado na calçada do livro da minha história.
Brasílis é terra que mesmo antes de existir, o propósito foi fazê-la "disesistida" dentro dela mesma com o nome afanado das índias... Se sou terra sem nome, me ponho como o sertão... Que inspira mas fazemos questão de esquecê-la, pois é como o fedor de nossa própria existência sem pertencimento... De tudo ainda temos as cirandas da vida, que no rodopio nos embriaga de nós mesmos.
photo: Field sketch of Selenirerius wittii by Margaret Mee

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