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Mostrando postagens de 2014

Torne-se Amor!

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Tudo que vive vivencia a tônica da palavra amor. Na praticidade da vida, a palavra torna-se sucata no delírio do possuir ou do querer desmedido. Tudo que toca fica, mesmo que como marca ou cicatriz... Mas nem tudo vira ferida, pois cuidamos para deixar de ter. Polido ou translúcido é o ato de amar, mesmo que por sonho, mesmo que por vontade... ou até a falta de vontade... O mais imponente dos desejos é o amor. Tudo se apresenta no teatro da vida,  pela busca do amor... Mas nem tudo o que é mostrado tem o amor. Todos sabemos ou pensamos no que é o amor, entretanto, nem todos possuímos o amor... Mesmo imaginando que seja bom. Amar pode ser ternura difamada pela vida, ou promíscuo celibatado pelo sentimento... De tudo, viva tendo o amor.   Filipe Rezende.  

Movendo a Mente!

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    Resiliência é saber lutar pelo que é entendido como certo. Acertar, mesmo errando, o caminho da paz e sabedoria é conquistar a liberdade de ser o que é. Pronunciar diversas vezes o que no futuro se projeta, acerta a visão do presente. Anular o passado não te faz crescer, no entanto, estude-o para manter sua honestidade intelectual. Falar com quem é indispensável, mas converse consigo o silêncio do grito. Natureza morta é tudo que é arrancado do útero da vida... não é atoa que temos seres humanos vivos que não exalam vida. Por fim, cultive sua melhor essência, para que não vire fedor.   Por Filipe Rezende.  

O Colonizador de Mentes

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Há um prazer na colonização de mentes que sodomasoquisa o colonizado, que torna corriqueiro o demérito de quem se faz imperial quanto a propagação no desrespeito ao diferente.   Essa semana dormi com esse barulho tintilando minha mente, como aquela irritante gota que discai numa bacia d'água na pia e faz de sua paz longe de ser tranquilidade. Pois bem, sabemos que tudo em sociedade pode evoluir mas com quesitos prioritários e dependentes de confronto com o desconhecido.   Ser um humano requer polimento, requer sofrimento e alegria... Ter humanidade requer entendimento, respeito, serenidade e identidade. Fato podemos em toda forma de pensar, mas por quê confrontar o outro com o que acredito ser imaculado e sacro?... Nessa minha caminhada digo que o maior veneno do homem não é deixar de fazer, mas fazer como se deixasse de conviver... Conviver com o diferente, com o oposto... com o que se não vê ou acredita.   Hoje tudo é promíscuo, tudo é prostituído pelo que se ...

Face do Tempo

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  Tempo de aquilo que não volta; Tempo de tudo que não conquista nada; Tempo de isso ou daquilo que faz o tempo; Tempo de adoecer e curar-se do tempo; Tempo de ferver e esfriar; Tempo de ser ou estar no tempo; Tempo de ser atemporal ou abrupto... Tudo que constrói o tempo, leva consigo o ungüento chamado razão.  

Agosto Lusitano

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Meu destino é ser da minha felicidade, onde um barco que navega encontrou a felicidade. Quiçá pudéssemos expor no algoz da veia sofrível, a rosa da esperança d'onde vem a paz  como letras no papel. Danço entre bugalhos de humanidade e serragens de melodia, todavia, mesmo assim encontro batendo em mim acordes de sinfonia. Em meu peito tenho vários acasos morridos, mas o que vive, busca morada a cada sentido. Torço e contorço dentro da caixa que se fez a minha vida, para que enfim, encontre a falácia da saída. Tudo em mim grita, berra e ecoa, mas em tudo precedeu o silêncio e calmaria chamado, calado! Falei em destino?... Mas tenho reservas no dizer... Até porque voo alto a ponto de tornar-me grande para o prazer. Marujo sou de mim mesmo risonho, a ponto de ecoar às praças a voz do meu sonho.   Filipe Rezende.

Mundo Cultural

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Olá, leitores! Hoje resolvi comentar o fato de entender várias visões ideológicas, sejam elas de cunho religioso-filosófico, subjetivo ou até mesmo a falta de uma visão ideológica a respeito de várias coisas. Desde os primórdios da humanidade dita, "civilizada", grande parte da sociedade tem tido o papel de impor aos indivíduos seus valores, crenças e formas de pensar, afim de transformar a sociedade numa homogeneidade segregada. O pluralismo, tanto comentado nos dias contemporâneos, passou a ser algo que esbarrava nessa massa de inquisidores, que entendiam o mundo como um todo e não em partes iguais. Sou favorável a um mundo politeísta e policultural, convivendo com o diferente e atuando, em sua igualdade , de maneira a enriquecer a individualidade no todo. No meu mundo, Tupã, Buda, Maomé, Krishina, Jesus, Elohim e outros, habitam o subjetivo dos que lhe cultuam... Assim como Ateus e Agnósticos, não são aumentados pela falta de fé, muito p...

O Pensamento do Tempo.

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Ócio do meu dia brilha, através de uma constelação do que se diz, nada.   Pluralismo velado dentre uma nação hermética e pseudônima, nota a faceta do que fica no campo do projeto.   Posso estar... Mas ser, sou apenas um num universo em crescimento.   Crio, recrio, faço, refaço, mas sempre sendo único.   Aquilo que me cresce aos ventos, me traz ao mesmo tempo vento e ventania.   No mar disse que traria um velejador, mas na firmeza da falta de um, me tornei sua promessa.... Prazer, sou velejador!   Filipe Rezende.  

Nutre Mente

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Gostando do equilíbrio de mentes sadias e mantras de poesias, se faz notar a ousadia de sua alegria. Sabe-se que a primeira sintonia ao chegar miúda , pode ser responsável a ficar em natureza Buda... ...Curiosidade ao sentir aquilo que se diz sentir enquanto nobre alma, pode aflorar mesmo dentro do teu coração chamado gruta. Minimamente posto entre as mãos são os teus sentimentos, que de tão pequenos parecem grandes num ambiente vazio de florescimento. Tudo a flutuar no curioso e vasto campo de seus pensamentos, tornam o acaso num presente denso de complemento... ...O mesmo que passa a completar a água que de tão bebida, aflora dentre as secas folhas de teu futuro em vida. Correr pode nascer o curioso amanhecer corrido, mas andar nutre de futuro aquilo que em dentro de ti, teve em juntos ocorrido. Filipe Rezende. 

Bocado de Quietude.

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Cor de sua paz, norteia o barco de meu sossego. O branco que alvo como a neve se faz dentro de ti, clareia a inquietude de um passado enegrecido pela falta de poesia. Queria que a cítara ouvisse a vontade de meu íntimo, a propagar a vozes de suas cordas...  Viveria de quietude risonha, quando sua mente lesse a palavra do meu sorriso. Ah!.. Pobre navegante... Se soubesse que nas densas terras do meu acaso, vive a paz de uma nota cantada... ...A mesma que num dia de lirismo, dedilhei no ardor daquilo que se chama, coração... Certamente, o lumiar de palavras traria para mim, o beijo de palavras cantadas.  Filipe Rezende.

Palavras Ventadas

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Nova forma de vida percorrem em minhas veias... Novo som de pássaros cantarolam aos meus ouvidos... Risos de crianças projetam o meu futuro, com o semblante de certeza e poesia... Mesmo que me falte forças na caminhada, certeza mesmo é que terei vencido a batalha da vida!   (O momento do meu, dialoga).   Filipe Rezende.

O Valor da Balança

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  Faz tempo em que as águas não são de março e que o maravilhoso ficou perdido no nome....   Hoje soube da notícia de um menino chamado indefeso que foi morto pelo "pai" por não ter "jeito de homem"... Fiquei profundamente consternado em viver numa sociedade canibalesca, que fere o direito de ser quem somos, ao contrário, são homens e mulheres travestidos de gente... de humano... de caráter!   Sou uma pessoa reservada no culto do meu pensamento e atitudes, mas o golpe que findou a vida desse menino me feriu... feriu a minha alma... a minha humanidade... o amor que sinto desejar ter pelas pessoas... Alex não foi vítima de um "pai", mas sim de um sistema que reproduz desde Auschwitz a ideia de vida com um perfil único a ser seguido. No algoz de alguns sobreviventes, me questiono até que ponto devemos imprimir nos outros a nossa forma de pensar e agir?!   Sinceramente, um pai jamais mata... se anula... se afasta... agride... golpeia sonhos e a individualidade...

Ciclo do Pensamento, Velejador.

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Parado no momento em que me fez sorrir, prestes a nascer a palavra teu... ...Nudez num verso fez-me conversar com as palavras, dialogando ao mais profundo íntimo do tocar da tônica. Num barco soprou à vela palavras do teu comigo, da mesma palavra com boca... boca que me beija a falar como brisa. Como marujo velejo ao porto do teu, como num cruzeiro em alto mar... onde as ondas bravias são como mãos e a brisa como palavras a empurrar-me a tua ilha. Filipe Rezende.

Ciclo do Pensamento, Nebulosa.

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A crença é sustentada por vários pilares, mas tem um que chama-se tristeza... Quiçá pudéssemos ouvir o alarido das poesias de Coimbra, que remete a moradia distante da realeza. Num tintilar de um cristal vê-se lágrimas no por do sol, o mesmo que traz dor aos joelhos do profeta gentileza. Acreditar nos põe bugalhos à mente sã, de modo que trocamos o óbvio na barganha da tristeza moída. Ah!... Se com a mesma corda do pensamento, prendêssemos a liberdade do poeta que corrobora a fuga das palavras. Mesmo que de trocados se acalma a tristeza, de poesia se financia o sorriso.   Filipe Rezende.

Ciclo do Pensamento, Apátrida.

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Politiqueiro que manda a ordem botar ordem, quero que se lasque em desordem. Mexeriqueiro que conta a respeito do povo anedota, na própria corda se enforca. Partidarismo... que cruel destino te fez demagogo, pois no país do divino tudo é visto como zigoto. Mãe órfã de filhos das tetas dessa pátria hostil, um dia tu se chamarás Brasil!   Filipe Rezende.

Ciclo do Pensamento, o Tempo!

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Louvar ao mérito de viver é algo cativante, contudo, não motiva a andorinha do pensamento. Crescemos como bugalhos dentro de uma caixa chamada liberdade, mas fora dela nos dizem que somos prisioneiros do ego e do louvor a divindades esquizofrênicas e egoístas. Contracenar e me comprometer com a satisfação de coisas e pessoas que nem sei o nome, é o mesmo que viver na possibilidade de angariar votos em dia de eleição. Ser maior do que o prazer de viver confortavelmente à beira de um lago com poeira do tempo, requer a luta diária de querer... poder... sentir e agir. Noto que viver requer tantos compromissos e decisões, mas todos mandam a conta pelo ajuste de decisões e pretensões que fizemos, fazemos ou faremos. ...De uma coisa tenho certeza, corro para agradar a mim de maneira a inspirar o que me rodeia... se assim não for, de colchão servirei para os ide...

Quebra-Cabeça

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Tudo na vida é sensacional, mas pode embriagar. Já me chamaram de hermético, de cansativo... mas o que escrevo não tem contrato com o belo, tampouco com o certo do que achas certo. Sou lúcido e falante pelas palavras, mas gosto de conviver e de relacionar comigo mesmo... A verdade é que tenho preguiça de explicar sobre mim, pois o que está de fora, dificilmente compreende o que está dentro... ainda mais compreender o denso... sou denso! Noto que eu não caibo numa caixa de valores, mas os valores cabem dentro de mim... Sou um homem de valor!   Filipe Rezende.  

Hora de Desordem

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Tem horas que mais parecem tragos de fumo, daqueles que nos engasgam... onde o começo e o fim dançam a mesma cantiga do menino, para a festa cansada da mesma música. Sei que é no esmero do detalhe que se lapida a joia, mas isso requer empenho e determinação. Noto e anoto o que importa para a vida, para que nunca caia no esquecimento da saudade. Filipe Rezende.

Um Bocado do Querer

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Eu envergo mas não quebro, pois como a vara sou flexível ao seu ego. Bebo o amargor da tua lágrima, mas não afeta, pois em mim faço para teu sorriso rimas. Noto e te toco todas as vezes que em ti vejo saudade de mim, mas tudo que declama saudade em ti chama-se, eu. Como do teu pão e bebo da sua água, mas não me faça dependente de sua benevolência, pois quando me acostumo faço dela escrava de mim. Pode sorrir e falar baixinho aos meus ouvidos o quanto me ama, todavia, meça em sua atitude o quanto me quer. Gosto de brisa ao meu rosto, mas faço um temporal dentro de ti. Filipe Rezende.

Janaína

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O mar é moradia de inúmeras palavras, nele contém a súplica de votos e mistério. No pedido de vozes floríferas em pensamentos aromáticos, são depositados na casa da mitologia do mar. Pseudônimos são presentes através de Janaína, Rainha, Mãe e tantos outros... mas todos fundem-se à figura. É no respeito que se une o amor, fé (falta de), crença (falta de)... dia 2 de fevereiro traz nas águas a sua residente, Odoyá!

O Deus De Mim

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Estou no pacto do livre, daquilo que me faz liberto. Torna quando encarna em mim mesmo o limite do meu eu, do mesmo que faz a borda da taça o fim. Quisera eu, poder tornar as coisas alongadas, mas tenho claro tudo que me afaga o coração. Tudo pode ser raso quando avistado à distância, mas do que gosto deve ser profundo ao ponto de me afogar na certeza. Nunca ouço vozes do limite embebida no medo, porque em mim travo a batalha chamada coragem. Filipe Rezende.

Vida Falada

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Uma gota de serenidade serve a brevidade daquilo que chamamos de riso frouxo, mas com tantos desalentos cabe na serenidade o silêncio em que o riso fala pelos dentes. Queria minha mãe que eu fosse como ponte... ligando pessoas e lugares, mas acho no que aprendi, taxar o ir e vir sempre é decente. Numa ilha certamente não se vive, mas com fronteiras se constrói um Brasil de país que, mesmo a distância, se entrelaça a uma amiga Portugal. Quiçá a felicidade fosse moradora de mim, mas se porventura quiser ser visitante, que ao menos o quarto de hóspedes esteja limpo para o regresso. Filipe Rezende.

Fado do Dia

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Cá estou numa nuvem que me leva ao vento do pensamento, onde a velocidade da certeza respira saudade mas a voz do desejo festeja à cidade. Durma com ventos e chuvas, todavia, acorde com brisa de orvalho em folhas. Oxalá pudéssemos ater conosco, por um frêmito momento, aquilo que nos faz corajosos e obstinados a saborear... Mesmo que pela presença em se alegrar. Filipe Rezende.