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Mostrando postagens de novembro, 2017

O Coma Da Liberdade!

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Sim! ...A minha africanidade é tão explosiva e presente que perdeu a alma... o deus... o sentido de sorrir ... ...Numa sociedade em que tolos fazem-se de soberbos abutres comedores de conhecimento rasamente interessado em crescimento... Não! Somos tragados à lama de cada um deles... Promíscuos na própria ganância e prepotência, servidores de uma monarquia decadente e estranhamente impositiva... Não! Sou de tudo enojado pela minha própria história de liberdade... de conscientização do poder ser e conseguir! ...Sou o meu próprio deus... sou o meu próprio destino, afinal de contas, viver nesse mundo continuando sorrindo para todos e tudo é idiotice desumana! ...Irmão sendo vendido como escravos na Líbia... Bem, isso me deixou muito abalado... ...Não sei em que momento toda uma sociedade transformou-se em esterco, mas chegamos ao momento em que a sociedade começou a exalar todo o fedor dos seus guardados... Dos seus sorrisos... gestos... Tudo virou esse tremendo punhal que tenta fer...

O Existir Além do Ninho

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Acordado a minha sombra vejo o passar de um dia em que não mais existe, dia esse que se despede como sobra do que não fui... do que não fiz... do que não tratei de ser... ... Mais um dia que me beijou com tênue sofrimento do perdido e foi-se... Mais uma vez levou um pouco de mim... Logo de mim, que nem passei a ser, apenas existo cumprindo ações que definitivamente me conectam a lugar nenhum... se não a minha insistência de prosseguir... de olhar... de silenciar o que nem poderia falar... cá conecta a minha inexistência... Dor torna-se placebo de viver num lugar esquecido pelo sentimento de satisfação... como um miúdo filhote longe do ninho... longe de tudo que gera e é de fato felicidade... bem, esta foi-se há tempo e pois no lugar sua prima, a inquietude... ...Não careço de estar feliz a todo tempo, mas hoje como nos últimos dias tenho tido preguiça de sorrir... não pelo exercício facial, mas por ter a falta de estímulo disponível a minha volta... ...Tudo é muito teatral, mas um ...

Duvidamos de Todo Mundo

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Sim! Dúvidas...  incerteza entre confirmar ou negar um julgamento ou a realidade de um fato... ...Incerteza  do prazer, incerteza da dor, incerteza do sorrir e até do sentir... Somos seres duvidosos! Não confirmamos nossos próprios destinos, mas achamos saber, com certeza, o que queremos... Mas somos incansavelmente duvidosos! Não notamos o que sentimos em tempo de decidirmos o agora, mas buscamos construir o mundo em que queremos viver, mesmo sem saber do que de fato sentimos...  A gente é uma cova de propensos a sentir o acaso do amor e apenas isso! ...Viver... bem, viver é catolicamente promiscuo e sentimentalmente enfadonho, mas de tudo o amor... ahhh amar muda tudo! Apaixonar-se por qualquer coisa é o sentido da vida, mesmo que a coisa seja a ideia de se ver no outro. A gente duvida de todo mundo... Duvidamos da capacidade de compreender o que é o amor e sobretudo de nossa capacidade de amar... de tornar-se apaixonante para outras ou outros seres... Bem, ...

Inflexão do Existir II

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Qual o limite do desiquilíbrio? Vivemos apoiados num universo equilibrado dentro de um desiquilíbrio chamado existência, mas até que ponto nossos alicerces são fincados num projeto harmonioso? ...Pensar e repensar nossos alicerces nos poe numa reflexão que gera alguma mudança de atitude, tanto pelo fato do posicionamento em si, quanto pelo fato da régua em que medimos a existência de nós mesmos. Criar interpretações de um mesmo pressuposto tende a ser uma tarefa genuinamente inflexiva, pois lidamos com as consequências das interpretações criadas... quase que como um efeito dominó, mas será que mudar de um posicionamento tido como normal é uma maneira sustentável de existir? A dor e o equilíbrio é a correta maneira do existir? O quê existimos e qual a proporção dessa existência? Bem, o fato de que com o desiquilíbrio causado por perguntas como as pensadas acima, a vida passa por situações do caos que se ligam a quantidade de possibilidades de efeitos que gerará a abertura a tudo e...

Inflexão do Existir I

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Produzo, produzi, produzirei, produziremos... Produção, apenas isso! Apenas tudo isso! Mãos, pés, mentes... tudo, absolutamente tudo, é produzir... Não importa para quê ou por quê, o importante é produzir por produzir. O humano objetificou-se como máquinas, máquinas produtoras de produzir... Sem notar-se, apenas produz... Vamos produzir a dor, a lamúria do existir, o esforço, a imaterialmente natural maneira de produzir. Corpos enfileirados num ambiente sombrio chamado de fábrica, de escritório... Tudo produzindo o mais sombrio e avassalador jeito de existir... Bem, isso não importa, produza! Produzir... produzir... produzir... Apenas isso, pelo cansativo e decadente modo de vê-se útil... qualificado... graduado em produção de passageiras memórias que, pondo escritas, tem-se a alusão do eterno sentido da vida, mas que no próximo momento tornar-se-á passado... então produza! Produza! Produza! Lorde do escambo plebeu, produza sua seiva de exaustão social! ...e quando tudo estiver ...