Inflexão do Existir II
Qual o limite do desiquilíbrio?
Vivemos apoiados num universo equilibrado dentro de um desiquilíbrio chamado existência, mas até que ponto nossos alicerces são fincados num projeto harmonioso?
...Pensar e repensar nossos alicerces nos poe numa reflexão que gera alguma mudança de atitude, tanto pelo fato do posicionamento em si, quanto pelo fato da régua em que medimos a existência de nós mesmos.
Criar interpretações de um mesmo pressuposto tende a ser uma tarefa genuinamente inflexiva, pois lidamos com as consequências das interpretações criadas... quase que como um efeito dominó, mas será que mudar de um posicionamento tido como normal é uma maneira sustentável de existir? A dor e o equilíbrio é a correta maneira do existir? O quê existimos e qual a proporção dessa existência?
Bem, o fato de que com o desiquilíbrio causado por perguntas como as pensadas acima, a vida passa por situações do caos que se ligam a quantidade de possibilidades de efeitos que gerará a abertura a tudo e nada simultaneamente. Tudo e nada referem-se as consequências de meus atos em cima de ou baseado em criações do meu intelecto sobre algum tema. Pois bem, a mudança é pertinente para o efeito desejado ou o efeito desejado é peça fundamental da mudança necessária?
O espaço-tempo é criado ou pensado como existido?
A compreensão do limite como espaço de tempo que determina uma duração ou que separa duas durações parte de qual pressuposto? A pergunta torna-se existida na medida em que o humano torna-se mutável e em sendo mutável por natureza, somos capazes de desviar do desiquilíbrio existido como padrão estético quase que como o antônimo do humano?
...Bem, de tudo não tenho resposta, mas a mudança se reverbera como um espumante aberto... e nisso, só em acertar a pergunta, inflexiona o papel de pensar a existência.
Filipe Rezende de Souza.
Vivemos apoiados num universo equilibrado dentro de um desiquilíbrio chamado existência, mas até que ponto nossos alicerces são fincados num projeto harmonioso?
...Pensar e repensar nossos alicerces nos poe numa reflexão que gera alguma mudança de atitude, tanto pelo fato do posicionamento em si, quanto pelo fato da régua em que medimos a existência de nós mesmos.
Criar interpretações de um mesmo pressuposto tende a ser uma tarefa genuinamente inflexiva, pois lidamos com as consequências das interpretações criadas... quase que como um efeito dominó, mas será que mudar de um posicionamento tido como normal é uma maneira sustentável de existir? A dor e o equilíbrio é a correta maneira do existir? O quê existimos e qual a proporção dessa existência?
Bem, o fato de que com o desiquilíbrio causado por perguntas como as pensadas acima, a vida passa por situações do caos que se ligam a quantidade de possibilidades de efeitos que gerará a abertura a tudo e nada simultaneamente. Tudo e nada referem-se as consequências de meus atos em cima de ou baseado em criações do meu intelecto sobre algum tema. Pois bem, a mudança é pertinente para o efeito desejado ou o efeito desejado é peça fundamental da mudança necessária?
O espaço-tempo é criado ou pensado como existido?
A compreensão do limite como espaço de tempo que determina uma duração ou que separa duas durações parte de qual pressuposto? A pergunta torna-se existida na medida em que o humano torna-se mutável e em sendo mutável por natureza, somos capazes de desviar do desiquilíbrio existido como padrão estético quase que como o antônimo do humano?
...Bem, de tudo não tenho resposta, mas a mudança se reverbera como um espumante aberto... e nisso, só em acertar a pergunta, inflexiona o papel de pensar a existência.
Filipe Rezende de Souza.

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