A Natureza em Crise
"Nós achamos que começamos a existir num determinado espaço de tempo e, inevitavelmente, deixamos de existir noutro momento... Essa equação acaba trazendo muito dor em algumas pessoas..."[...]
Hoje comecei o texto com um breve pensamento ouvido e refletido, através de um ensinamento que tenho praticado. A minha pergunta é, até que ponto cumprimos o nosso papel na humanidade como seres humanos?
Essa semana fomos confrontados com uma crise humanitária Síria (e de todos nós), onde a busca por algo melhor passou a ser o mais importante, inclusive não importando os meios e obstáculos a serem superados... Até que ponto essa busca não é nossa?...
Aquela criança falecida numa praia turca pode ser compreendida de várias maneiras, ou perguntada se a natureza está morrendo, entendendo que somos parte dela... Algumas práticas contribuem para que aquela criança continue morta... à beira mar...
Entendemos que a política do individual pode e tem matado muita gente... desde um obrigado não falado... de um cumprimento não feito... de uma paz que deixamos de fazer...de uma crença entendida como melhor que a outra... A dor de muitos em ver o resultado da crise é pontual e não cura, mas a reflexão das causas que puxaram a humanidade ao ponto da praia turca traz saúde... traz humanidade...
Muitos dizem que doeu a crise Síria representada à beira mar, na cena daquela criança falecida de falta de humanidade, argumentando que poderia ser com o seu próprio filho... Note que o pensamento do individual ainda existe... Talvez não deveríamos nos entristecer pois parte da natureza morre por falta da consciência do coletivo... do todo? A crise é lá, mas todos nós recebemos as consequências do abandono... da inércia... da individualização da dor... até o ponto de sofrermos com a violência de parte da humanidade que busca o egoísmo como prática... como um deus alado coberto de dor...
Terminando, quero trazer como provocação um pensamento... Aquela criança, aos três anos de idade, chocou o mundo e chamou a atenção para a dor da natureza que há anos (uns 3) ocorre na Síria e tenho acompanhado toda a evolução dessa história, mas o meu argumento é perguntar, até que ponto com toda nossa idade biológica estamos dispostos a ensinar a somar à humanidade ao invés de dizer o que deveríamos fazer? ...A saúde do planeta não depende só da estabilização da crise Síria, mas se soma a tudo de positivo que podemos fazer em nosso dia-a-dia.
Filipe Rezende.
Hoje comecei o texto com um breve pensamento ouvido e refletido, através de um ensinamento que tenho praticado. A minha pergunta é, até que ponto cumprimos o nosso papel na humanidade como seres humanos?
Essa semana fomos confrontados com uma crise humanitária Síria (e de todos nós), onde a busca por algo melhor passou a ser o mais importante, inclusive não importando os meios e obstáculos a serem superados... Até que ponto essa busca não é nossa?...
Aquela criança falecida numa praia turca pode ser compreendida de várias maneiras, ou perguntada se a natureza está morrendo, entendendo que somos parte dela... Algumas práticas contribuem para que aquela criança continue morta... à beira mar...
Entendemos que a política do individual pode e tem matado muita gente... desde um obrigado não falado... de um cumprimento não feito... de uma paz que deixamos de fazer...de uma crença entendida como melhor que a outra... A dor de muitos em ver o resultado da crise é pontual e não cura, mas a reflexão das causas que puxaram a humanidade ao ponto da praia turca traz saúde... traz humanidade...
Muitos dizem que doeu a crise Síria representada à beira mar, na cena daquela criança falecida de falta de humanidade, argumentando que poderia ser com o seu próprio filho... Note que o pensamento do individual ainda existe... Talvez não deveríamos nos entristecer pois parte da natureza morre por falta da consciência do coletivo... do todo? A crise é lá, mas todos nós recebemos as consequências do abandono... da inércia... da individualização da dor... até o ponto de sofrermos com a violência de parte da humanidade que busca o egoísmo como prática... como um deus alado coberto de dor...
Terminando, quero trazer como provocação um pensamento... Aquela criança, aos três anos de idade, chocou o mundo e chamou a atenção para a dor da natureza que há anos (uns 3) ocorre na Síria e tenho acompanhado toda a evolução dessa história, mas o meu argumento é perguntar, até que ponto com toda nossa idade biológica estamos dispostos a ensinar a somar à humanidade ao invés de dizer o que deveríamos fazer? ...A saúde do planeta não depende só da estabilização da crise Síria, mas se soma a tudo de positivo que podemos fazer em nosso dia-a-dia.
Filipe Rezende.

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