Fragmentos de Nebulosa Realidade

Criação de verbetes insanos num contexto de país sem memória... As fases da lua passou a ser guiadas pela fala humana, ignorando sua predisposição biológica.
Criar o acaso na justificativa do que se faz e vê, para tentar com um ideal doentio, solucionar a possibilidade da totalidade dos problemas simplesmente para reter... o passado, o presente e, tragicamente, o futuro.
Noites se vão e dias se vem e a mente da generalidade insiste em por-nos em tumbas religiosas e desmemoriadas... numa força que colide com a própria natureza humana do refazer o que insiste em paralisar.
Tudo o que quiser, para o que é exercido, trata-se da possibilidade do inútil... do errado... do condenado ao calabouço de seres mitológicos sem a libido... Prazer real mesmo é na descaracterização de seres humanos, insegurança e total subserviência a nenhuma liberdade.
Façamos assim, disse os reis de política, tiremos o passado no presente e busquemos o futuro sublime da dor... aquele sem desejo e emoção do livre... apenas formatados ao pensamento único, cuja a comparação com o passado não existirá em construção ao futuro... Falei passado?.. Mas qual é o nosso passado!?

Filipe Rezende.


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